Surfari | Trip-O-Rama Sudeste Asiático Trip-O-Rama Sudeste Asiático | Surfari

Trip-O-Rama Sudeste Asiático

Surfari
Vivemos, respiramos e amamos o que fazemos

O Surfari tem o prazer de apresentar o primeiro Trip-O-Rama baseado na experiência de um convidado. Octávio Sehbe, 22, é um viajante nato, já tendo percorrido rincões pouco explorados da Indonésia, Laos e Camboja, na Ásia e África do Sul, no continente africano, entre diversas outras viagens. A seguir, um pouco do que Octávio contou ao Surfari sobre suas aventuras.

%name %title

Viajar por locais inóspitos requer, a cima de tudo, atitude. Não há grandes certezas, estradas asfaltadas, guias turísticos nem acomodação garantida. Octávio percorreu, em julho de 2008, alguns desses lugares no Sudeste Asiático, antes de explorar as bancadas perfeitas da Indonésia.

%name %title

Viajando pelo Laos e Camboja “se vê como culturas tão simples como o hinduísmo e o budismo foram preservadas nesse mundo globalizado. São lugares cheios de história, templos, natureza e em que a população vive com muito pouco, mas não falta nada, inclusive felicidade. É uma vibe muito boa!”, conta o surfista, que apesar de ter crescido em Caxias do Sul (RS), carrega o esporte em seu estilo de vida.

%name %title

A paixão pelo surf o levou a uma jornada pelo arquipélago da Indonésia junto com o irmão, Adolpho, e outros amigos, onde entendeu logo de cara a filosofia hinduísta sobre o karma, em Bali – “é um paraíso, mas pode ser um inferno também” – e conheceu outras ilhas “que só foram alcançadas falando (o idioma) indonésio, o pouco que sabíamos, mas o necessário pra chegar naqueles picos que nem nos sonhos existiam.”

%name %title

Na última parte de sua viagem, Octávio e os amigos embarcaram rumo às ilhas Mentawaii e Nias, onde tiveram o timing perfeito e encararam o maior swell do ano, oferecendo ondulação consistente em todos os picos disponíveis – “aquilo posso chamar de máquina de ondas, foi um step a mais no surf”.

%name %title

Ficar dias navegando longe do continente é uma experiência peculiar, segundo Octávio, o convívio humano se resume a tripulação do próprio e de outros barcos e alguns locais que surgem “em algumas bancadas, de canoa, com um olhar curioso, sorriso na cara, e uma serenidade de gente que mora no meio de coqueiros, em ilhas isoladas, circundadas por água cristalina azul”. Sobre os dias que passou com o mar sob seus pés o aventureiro afirma – “o mar podia ser terra, meu chão para sempre!”.

%name %title

Nas imagens você confere o que Octávio e os amigos encontraram na aventura asiática e, no vídeo, a compilação da passagem pelas ilhas Mentawaii e Nias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Encontre o Octávio no Facebook.

 

Escrito por Lucas Zuch, baseado no relato de Octávio Sehbe.

Instagram