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Surfari Entrevista Chloé Calmon

Surfari
Vivemos, respiramos e amamos o que fazemos

Uma paixão que vem do berço. Um pranchão que conquistou pai e filha. Uma conexão que movimenta sonhos e projetos.

Com muito estilo, tanto dentro quanto fora d’água, a longboarder carioca Chloé Calmon é uma inspiração para as mulheres. Com apenas 19 anos, já é destaque no esporte, carrega vitórias como o bicampeonato do Punta Sayulita Classic no México e o de mais jovem campeã do Circuito Brasileiro Petrobras. Chloé dança, brinca, radicaliza sobre o pranchão.

Em entrevista ao Surfari, Chloé conta um pouco sobre o surgimento de sua ligação com o surf.

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Quando começou o teu interesse pelo surf? Com quantos anos tu começou e quem foram teus influenciadores?

Não sei ao certo quando exatamente tive o meu primeiro contato com o universo do surf. Meu pai surfa há mais de 40 anos e, ainda bebê, ele já me colocava em cima da prancha (e era um longboard, por sinal). Com 10 anos ganhei minha primeira prancha, um funboard, e com 12 troquei pelo longboard.

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Sempre te interessou por longboard ou iniciou com outro tipo de prancha? O que mais te encanta nas pranchas não-convencionais?

Iniciei com um funboard e em um dia que as ondas estavam pequenas, peguei o longboard do meu pai e na primeira onda já me apaixonei. O que mais me encanta no longboard é a leveza e o estilo, e o fato de você usar a prancha inteira – você caminha pela prancha, tem o estilo clássico e o radical, então é meio imprevisível. Hoje em dia, com pranchas cada vez mais leves e especificas, tudo é possível em cima de um longboard.

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Descreve um pouco a tua rotina? Tu dedica tempo integral ao esporte?

Acordo cedo, tomo meu suco de abacaxi e gengibre de sempre e vou checar as condições. Faço um treino de surf com dois modelos diferentes de pranchas, o mar estando bom ou ruim. De volta, faço um treino físico também – que varia entre corrida, circuitos, academia (gosto de fazer um pouco de tudo!).

Entre os treinos gosto de fotografar, andar de skate e cozinhar. Penso 24h por dia no esporte. Se o mar está flat ou muito ruim, já invento algum outro exercício para fazer. O importante é nunca ficar parada. Ser atleta precisa de dedicação integral mesmo… O tempo que você dorme, o que você come, tudo é importante.

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Qual é a tua maior ambição, tanto como surfista quanto pessoa?

Meu objetivo atual é ser campeã mundial de longboard. Mas eu quero inspirar as pessoas a serem felizes, correrem atrás dos seus sonhos, pensarem positivo. Eu fico muito feliz quando vejo uma menina mais nova dizendo que gosta de surfar de longboard por ver meninas como eu… Acho legal compartilhar o apego com a natureza e a felicidade que o surf traz! Quero viajar pelo mundo, conhecer lugares que nunca pensei em ir, culturas diferentes…


Como foi a experiência do programa “Noronha por elas”, do Canal Off? Tu costuma fazer surf trip só com amigas?

Foi incrível ir para Noronha para gravar! Imagina, viajar para um paraíso para pegar altas ondas e visitar a ilha com suas amigas… Essa foi uma das viagens mais instigantes para mim. Surfar aqueles buracos de longboard foi um grande desafio, mas a cada dia eu ia estendendo meus limites e evoluindo. Sem contar a magia de Noronha, a vibe dos lugares, as pessoas… Certamente foi uma das melhores viagens que já fiz!

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Quais são os planos para o futuro próximo?

Passar um tempo fora do Brasil… Estudar comunicação… Fazer uma viagem sem campeonato, sem gravação, só com meus amigos e família… Tenho tantos planos! Eu tinha planos para 2014 bem diferentes dos que estão acontecendo (risos). Então espero para ver o que o futuro tem para mim!

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Entrevista e introdução Amanda Oshida

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