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Surfari colaborando com a The Surfer’s Journal Brasil

Surfari
Vivemos, respiramos e amamos o que fazemos

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Recentemente, recebemos um presente pelo correio.

Era a edição 01.5 (fevereiro/março) da The Surfer’s Journal Brasil (TSJ). Nela, estavam os dois primeiros artigos que foram publicados com tradução do Lucas Zuch (sócio do Surfari) e uma nota que fizemos sobre o MIMPI Film Fest de 2012, organizado por Thomaz Crocco e a Revista Void, com patrocínio da Quiksilver.

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Retrato do MIMPI Film Fest, 2012.

É difícil dizer se ficamos mais orgulhosos por ver nossos nomes impressos à cores e em um publicação com a gramatura (física e histórica) da TSJ ou por nos dar conta que estávamos onde queríamos estar.

Não é o caso de desmerecer nenhuma outra publicação brasileira, apreciamos todos os esforços de mídia que tratam de espalhar a mensagem do surf (algo cada vez mais multifacetado, graças à Netuno) da maneira como julgam conveniente.

Mas quem já surfou por estas bandas sabe que nossa proposta é dar uma acalmada no imediatismo galopante que a internet trouxe às nossas vidas. Como uma refeição preparada com esmero e paciência, cozida em fogo baixo por horas à fio para que cada partícula de sabor se entranhe cada vez mais fundo na comida, em comparação ao fast food das praças de alimentação.

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Referência constante no escritório do Surfari.

Desde 2011 acompanhamos a TSJ dos Estados Unidos, mas sempre pensando que aquela proposta nunca iria se encaixar e vender – algo vital se tratando de um negócio – no Brasil. Portanto, ver as notícias sobre a edição nacional, e depois encontrar, de fato, a revista em uma livraria (sim, livraria!) foi algo bastante celebrado.

Além de comemorar a chegada de um veículo de alta qualidade e que trata de um assunto que tanto gostamos, foi um alívio ver no horizonte que as coisas estão começando a mudar. Afinal de contas, começamos o Surfari pensando que poderíamos colocar um pouco mais de cultura e inspiração na vida e experiências de qualquer pessoa que se relacione com esportes de prancha. Não é fácil fazer isso no Brasil, acredite, mas ver que não estamos sozinhos é um estímulo sem medida.

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A primeira vez a gente nunca esquece.

Quando, através do ativador do Surfari e editor do Surf & Cult Luciano Burin, conseguimos o contato do editor da TSJ Brasil Jair Bortoleto, tínhamos pouca esperança de que algo que fizéssemos no Surfari poderia interessar a quem tem à disposição o maior acervo histórico de surf no mundo (talvez Matt Warshaw tenha conseguido uma biblioteca comparável). Nos apresentamos, conversamos e, algum tempo depois, recebemos o primeiro teste. Traduzir uma matéria sobre a viagem de Timmy Turner, Mikala e Daniel Jones para uma maldosa, porém magnífica, onda na Indonésia. Aprovada ou não, já estávamos felizes por receber a chance.

Ao longo dos últimos meses fomos nos comunicando com mais frequência e nosso trabalho começou a ser notado (vide a matéria sobre o MIMPI, bem como o filme “Reconhecendo o Surf). No momento, nos firmamos como um dos integrantes do time de tradução (completado pelo poliglota Luciano Burin) e miramos alto para nos inserir cada vez mais junto à TSJ.

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Adrian Kojin e Jair Bortoleto com a edição inaugural da TSJ Brasil. Foto: Divulgação.

Não temos nenhuma pretensão egoística ou soberba de afirmar que somos parceiros da TSJ Brasil, isso o futuro se encarregará de ditar. Mas devemos admitir que ter recebido o ok de uma das nossas principais referências, foi tão sublime quanto aquela oportunidade que o local mais sinistro do pico te dá de pegar uma da série.

Obrigado Luciano, obrigado Jair e obrigado, principalmente, a todos que nos incentivam a continuar!

 

Por Surfari.

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