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Reconhecendo o Surf | EP.7 – São Paulo

Surfari
Vivemos, respiramos e amamos o que fazemos

Uma jornada de 15 mil quilômetros por todo litoral para buscar entender quem é o surfista brasileiro. Um universo de praias, pessoas e iniciativas incríveis. Por trás de cada passo, centenas de histórias. A nossa cultura surf é linda, rica e diversificada. E se a pesquisa ao final do projeto vai nos ajudar a entender em números e dados como funciona o mercado e comportamento ao redor do surf, estes episódios são um retrato mais humano da nossa jornada. Uma janela para vermos a cena acontecendo em diversos lugares do Brasil. Com uma pitada de bastidores e percalços que são inevitáveis numa viagem de 4 meses.

Com vocês, o sétimo episódio de nossa websérie:

Nesse episódio alcançamos o sudeste do Brasil. Chegamos em São Paulo, estado embrião do surf no país e terra natal de grande parte do Brazillian Storm. Mas antes de reconhecer seu litoral, famoso por algumas das melhores ondas que temos, desembarcamos no meio da selva de pedras da capital paulista.

Da nossa conversa com Klaus Mittledorf, diretor do primeiro documentário sobre surf no país, às histórias de Taiu Bueno, campeão brasileiro em 1984 que interrompeu sua carreira depois de fraturar o pescoço surfando em 1991, encontramos convicções diferentes, mas todas conectadas pelo empreendedorismo. A cidade é o principal centro financeiro, corporativo e mercantil da América do Sul, e no surf não seria diferente. Nos deparamos com opiniões diversas sobre mercado e o estilo de vida em torno do esporte.

Conversamos com Romeu Andreatta, um nome de peso na cena, fundador da Revista Fluir, da Abrasp (Associação Brasileira do Surf Profissional) e da Revista Almasurf. No meio de um papo sobre estética, competição e mercado, Romeu falou sobre um movimento autêntico brasileiro, independente e desconectado do lifestyle Aloha ou das tendências vindas da California. Encontramos o Santiago, proprietário do bar Underdog e fundador da Weird, uma das marcas mais transgressoras do segmento. Visitamos o Carlos Larotonda, da Mitsubishi, uma das grandes marcas que vem investindo no surf no país (e que muito ajudou a viabilizar o nosso projeto).

Ainda deu tempo para outras entrevistas e descobertas. Poderíamos ter ficado mais uma semana, um mês ou um ano revirando a cultura surf que vive no meio do caos e da diversidade de São Paulo. Mas o Reconhecendo o Surf ainda nos reservava mais de 5 mil kilometros pela frente, muitas histórias e relatos.

A cerca de 2 horas de distância da capital (se você não ficar preso no trânsito) fica um dos litorais mais belos e ricos do país, que infelizmente não pudemos conhecer na sua plenitude. Por causa do mau tempo e do tempo curto, tivemos que deixar Santos para uma próxima. Com uma dor no coração, fica nosso pedido de desculpas a todos representantes da cultura surf dessa cidade, que é uma das principais responsáveis pelo esporte ser forte no Brasil.

Rumo ao norte, avançamos para Maresias e Ubatuba em busca das sessions que não fizeram parte desse episódio. Mas isso é assunto para o próximo capítulo. Enquanto isso, se ajeita na poltrona e confere o que já foi pro ar da webserie Reconhecendo o Surf:

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O Reconhecendo o Surf é um projeto viabilizado através de um crowdfunding, do patrocínio de Mitsubishi e Corona e do apoio da Mormaii, GoFlow, Loja Trópico, Nutrimate Erva Mate, Powerlight Surfboards, Ogro Surfboards e Mission Control.

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