Surfari | Enriquecendo a Cultura Surf Enriquecendo a Cultura Surf | Surfari

Enriquecendo a Cultura Surf

Surfari
Vivemos, respiramos e amamos o que fazemos

Apesar de ainda apenas estarmos engatinhando como empresa, o Surfari acredita fortemente em alguns preceitos e faz de tudo para manter-se fiel a eles. Foi assim que, no início do ano, bolamos um plano para estimular a produção de conteúdo relevante à cultura surf. Nascia assim, o time de ativadores.

Destinamos uma verba mensal (nada exorbitante, mas também nada irrelevante, pois se você reparar bem não exibimos anúncios no site e, portanto, nossa renda não provêm dele) para que os ativadores produzissem posts, artigos, fotos, matérias que os deixassem satisfeitos e que tocassem a vida de outras pessoas. O processo, em formato de game, premiava os que tivessem maior relevância e acessos entre os leitores do Surfari.

%name %title

M. Torres remando atrás de seu sonho. Foto: Erick Tedy.

Até onde eu sei, fomos o único veículo online independente a tomar tal iniciativa, ao menos no meio do surf. Não digo isso de maneira a tirar mérito de alguém ou para enaltecer nossa proposta, apenas trata-se de comunicar algo que acreditamos e que muitas vezes passa despercebido para quem assiste de fora.

Infelizmente, a correria do dia a dia e agendas atribuladas atravancaram o game dos ativadores e a proposta teve de ser descontinuada. Mas não deixamos de investir em nossos parceiros e nas iniciativas que acreditamos ser relevantes. Dessa maneira, apoiamos duas aventuras recentemente. A Lemurian Expedition, uma travessia de caiaque oceânico de Salvador ao Rio de Janeiro, que será iniciada em janeiro de 2014 e a viagem dos lusos do Driftwood Collective, uma jornada para cobrir o evento Vans Salinas Longboard Festival, nas Astúrias, Espanha.

%name %title

DwC, Figueira da Foz, Portugal.

Em nenhum dos casos prometemos mais do que podíamos, para a Lemurian, serviremos como um veículo de mídia e para o coletivo Driftwood emprestamos uma grana para a gasolina. Pode parecer pouco, mas Portugal não é a Venezuela e um tanque de van não se enche com 25 centavos.

Trabalhar com o que se gosta muitas vezes implica a tomada de decisões emocionais, que por vezes contrariam o impessoal e sisudo fluxo de caixa.

Aconselhamos a procura do equilíbrio. Nunca deixe o coração te amolecer a ponto de tomar decisões estúpidas, mas também nunca deixe o cérebro te endurecer a ponto de negligenciar as coisas que te fazem feliz.

No fim das contas, não há clichê mais verdadeiro do que aquele: “Você só vive uma vez”.

___

Você pode acompanhar ambas as expedições nas postagens periódicas que vão aparecer no site.

Texto: Lucas Zuch

 

Instagram